pesquisar o amor
torna-se um tema
com pouca práxis
poema um sistema
um caos de dados
de pouca análise
Uma gazeta existencial e pós-contemporânea. Contém poesias embaraçosas, expressões viscerais escarradas e uma boa dose de caótico desejo intenso. Tudo sem absolutamente nenhum compromisso com a verdade ou ficção.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Uma Palavra
Se todas as almas do mundo
escutassem ao mesmo segundo
Teria uma ou duas palavras...
O que você falaria?
Paz, amor, gol?
O nome da sua amada?
Nome da sua banda, nada?
Se fossem as almas do mundo
por total atenção um segundo
você venderia pra um comercial?
Falaria seu próprio nome,
agiria em causa nobre?
Trocaria na internet
por um novo patinete?
Se todas as almas do mundo
lhe escutassem um segundo
gritaria ou calmaria,
a quem você diria?
À sua distante terra,
ao seu distante deus,
à sua próxima guerra?
Se todas as almas do mundo
lhe escutassem uma palavra
entoaria ou prozaria?
Faria apologia proibida?
À ecologia, ao polo, à vida?
"Rock 'n roll!", "toca Raul!",
ou um sonoro "vão tomá no cú!"?
escutassem ao mesmo segundo
Teria uma ou duas palavras...
O que você falaria?
Paz, amor, gol?
O nome da sua amada?
Nome da sua banda, nada?
Se fossem as almas do mundo
por total atenção um segundo
você venderia pra um comercial?
Falaria seu próprio nome,
agiria em causa nobre?
Trocaria na internet
por um novo patinete?
Se todas as almas do mundo
lhe escutassem um segundo
gritaria ou calmaria,
a quem você diria?
À sua distante terra,
ao seu distante deus,
à sua próxima guerra?
Se todas as almas do mundo
lhe escutassem uma palavra
entoaria ou prozaria?
Faria apologia proibida?
À ecologia, ao polo, à vida?
"Rock 'n roll!", "toca Raul!",
ou um sonoro "vão tomá no cú!"?
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Qual super vilão é você?
Your results:
You are The Joker
Click here to take the Super Villain Personality Test
You are The Joker
| The Clown Prince of Crime. You are a brilliant mastermind but are criminally insane. You love to joke around while accomplishing the task at hand. |
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quarta-feira, 29 de abril de 2009
Sine qua non
Escrever de ti afasta
da condição humana.
A dor diz um basta,
idealiza-se o drama.
Assim que escrevo
releio e relevo
a morte nefasta
pois vida alastra.
Apenas concentro
o fundo do peito
naquele teu jeito
e num pulo adentro
a condição de quem ama.
da condição humana.
A dor diz um basta,
idealiza-se o drama.
Assim que escrevo
releio e relevo
a morte nefasta
pois vida alastra.
Apenas concentro
o fundo do peito
naquele teu jeito
e num pulo adentro
a condição de quem ama.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Prefiro a ti
Vamos falar sobre os anos,
refazer nossos planos.
Esquecer outros casos
e passar outro pano
que tire a poeira
dos nossos retratos.
Vamos acordar os vizinhos
com tantos carinhos,
com tantos beijinhos
que estalam tão alto.
Tudo o que vivi
foi só pra certeza
que prefiro a ti.
refazer nossos planos.
Esquecer outros casos
e passar outro pano
que tire a poeira
dos nossos retratos.
Vamos acordar os vizinhos
com tantos carinhos,
com tantos beijinhos
que estalam tão alto.
Tudo o que vivi
foi só pra certeza
que prefiro a ti.
Soneto Boêmio
A paixão sempre me isola
quando não há o que arder.
Quando nada me amola,
quando é chato viver.
A paixão não cessa,
mesmo sem promessa,
mesmo sem um objeto,
objetivo ou desafeto.
A paixão que me queima
sem fagulha ou oxigênio
faz do meu dia um boêmio.
Um que insiste, que teima
à procura de um prêmio:
bares, paixão e a próxima.
quando não há o que arder.
Quando nada me amola,
quando é chato viver.
A paixão não cessa,
mesmo sem promessa,
mesmo sem um objeto,
objetivo ou desafeto.
A paixão que me queima
sem fagulha ou oxigênio
faz do meu dia um boêmio.
Um que insiste, que teima
à procura de um prêmio:
bares, paixão e a próxima.
terça-feira, 14 de abril de 2009
Dream On
O que foi aquilo?
O que fomos nós
aquele dia?
O mais mágico final,
o mais mítico começo?
Teu abraço, tuas covinhas,
teus olhos nos meus olhos
tão cúmplices e companheiros,
teus cabelos, teus cheiros.
Dez em sete vezes que te amo!
Tua beleza é teu infinito,
tua neblina com teu brilho
O que foi? O que foi aquilo?
A repetição me inebria em teu ciclo.
Encanta-me cada gesto, te reconheço.
Cada palavra, cada gracejo.
Só você dança comigo.
Só teu peito me embala
no mais belo final que valha
o mítico começo que se fala.
Eu só quero que você me queira,
Amore da minha vida...
Cada palavra, cada gracejo
cada risada, cada...
Cada beijo!
Que não se sabe passado,
ou futuro, ou final,
ou começo...
Cada beijo!
Que não conhece o tempo
pois sonho é destino,
felicidade é caminho,
cada beijo, carinho.
O que fomos nós
aquele dia?
O mais mágico final,
o mais mítico começo?
Teu abraço, tuas covinhas,
teus olhos nos meus olhos
tão cúmplices e companheiros,
teus cabelos, teus cheiros.
Dez em sete vezes que te amo!
Tua beleza é teu infinito,
tua neblina com teu brilho
O que foi? O que foi aquilo?
A repetição me inebria em teu ciclo.
Encanta-me cada gesto, te reconheço.
Cada palavra, cada gracejo.
Só você dança comigo.
Só teu peito me embala
no mais belo final que valha
o mítico começo que se fala.
Eu só quero que você me queira,
Amore da minha vida...
Cada palavra, cada gracejo
cada risada, cada...
Cada beijo!
Que não se sabe passado,
ou futuro, ou final,
ou começo...
Cada beijo!
Que não conhece o tempo
pois sonho é destino,
felicidade é caminho,
cada beijo, carinho.
sábado, 11 de abril de 2009
Cha cha cha changes
Penso que levo minha vida
a pensar quais pensamentos
nesse mundo mudar queria
e no final do dia, eu lamento,
meu pensamento teimoso
a se pensar pretencioso.
a pensar quais pensamentos
nesse mundo mudar queria
e no final do dia, eu lamento,
meu pensamento teimoso
a se pensar pretencioso.
Cartas de Navegação:
poesia,
politica,
trip nostra,
vísceras
terça-feira, 7 de abril de 2009
Contexto
Contexto muda o caminho
alarga e estreita sozinho.
Finais vêm no começo
do que será novo contexto.
Encruzilhadas reconheço
e me despeço, alguns agradeço.
Pessoas que têm signos,
e não divino desígnio,
contexto muda muito
mais do que sentidos e ressentidos.
Separa o joio do trigo,
analisa, balança e julga,
planeja, festeja, almeja.
Contexto multiplica a tribo,
contexto dobra os sinos.
Contexto seguimos,
contesto reprimi-los.
Contextos são sacis,
contextos são meninos.
Contextos construímos,
contexto nós saímos,
contexto perseguimos.
Contesto contextos com textos.
alarga e estreita sozinho.
Finais vêm no começo
do que será novo contexto.
Encruzilhadas reconheço
e me despeço, alguns agradeço.
Pessoas que têm signos,
e não divino desígnio,
contexto muda muito
mais do que sentidos e ressentidos.
Separa o joio do trigo,
analisa, balança e julga,
planeja, festeja, almeja.
Contexto multiplica a tribo,
contexto dobra os sinos.
Contexto seguimos,
contesto reprimi-los.
Contextos são sacis,
contextos são meninos.
Contextos construímos,
contexto nós saímos,
contexto perseguimos.
Contesto contextos com textos.
São Paulo flutua no rush
Em São Paulo não tem gravidade.
São pombos voando, correndo,
correio e correntes de emails
levando no lombo os arreios.
Tapadeiras retrovisoras
pela ponte marginal de emissoras
de gases, motores, espelhos
enfileirados e sem qualquer peso
definham-se em faróis vermelhos
num compulsivo olho obeso
do petróleo que queima dantesco
à espera da sala de estar.
Em busca da esteira de andar,
o velho a beber nos botecos,
um artista invadindo os becos,
e roupas expondo bonecos.
São Paulo não tem gravidade,
só almas em tubos dentifrícios
e um silêncio pluvial.
terça-feira, 24 de março de 2009
Cronometrando

É tanta coisa
que não foco.
Quem é meu tempo,
calendário ou relógio?
Falta pouco
p'r'o amargo.
Muito louco
sobra tanto
nessas voltas do ponteiro,
nas folhas que não tiro,
um afago, um recanto,
semana-sorriso,
minuto-pranto,
sem prévio aviso
feito espírito santo,
feito o tempo teofágico
decapitando sua prole.
Num momento mágico
o tempo te engole
domingo, 22 de março de 2009
Sem fé
Sozinho, só, sozinho.
Solzinho, Sol, sequinho.
Sol, bemol, menor no estribilho.
Adeus "há Deus",
atei de ateu.
Há dias adias.
Sem suprimento, lamento.
Tem inverno que chega
em pleno verão.
Cigarra, cigarro,
cantoria, casquinha e alcatrão.
Solzinho, Sol, sequinho.
Sol, bemol, menor no estribilho.
Adeus "há Deus",
atei de ateu.
Há dias adias.
Sem suprimento, lamento.
Tem inverno que chega
em pleno verão.
Cigarra, cigarro,
cantoria, casquinha e alcatrão.
Prenda da História
O que que foi agora?
Pensando na vida?
Era tudo o que querias.
Não tudo de saída,
mas feliz caminho a fora.
Tremendas mordomias...
E aquela tua prenda,
era tamanha regalia
do povo era oferenda
ao deus de cara horrenda,
contigo ela deitava
sonhava e só durmia
quando a noite vos deixava,
quando levantasse o dia.
Não tudo de saída,
mas feliz caminho a fora
como da vez que escreveu
aquela ótima metáfora,
só não me lembro a história,
sentimentos ou ferida.
Nem do que aconteceu,
nem do que será memória.
O que que foi agora?
Pensando na vida?
Era tudo o que querias.
Não tudo de saída,
mas feliz caminho a fora.
Tremendas mordomias...
E aquela tua prenda,
era tamanha regalia
do povo era oferenda
ao deus de cara horrenda,
contigo ela deitava
sonhava e só durmia
quando a noite vos deixava,
quando levantasse o dia.
Não tudo de saída,
mas feliz caminho a fora
como da vez que escreveu
aquela ótima metáfora,
só não me lembro a história,
sentimentos ou ferida.
Nem do que aconteceu,
nem do que será memória.
O que que foi agora?
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vergonha alheia
sexta-feira, 20 de março de 2009
Poema é quando se escreve
mais ou menos p'ra si próprio.
Por isso mesmo nem sempre
é belo ou cheira a papoula,
nem sempre se rima a ópio.mais ou menos p'ra si próprio.
Por isso mesmo nem sempre
é belo ou cheira a papoula,
A tentativa vem do ócio
e da pesca à palavra, pula.
e da pesca à palavra, pula.
segunda-feira, 9 de março de 2009
Hoje é um dia feliz?
Eu perguntei
todos responderam
Não me odeia
minha ex
Nenhuma delas
talvez
Me curei
de uma DST
uma amiga agora
deixa o carro
na garagem
outro menos horas
na tevê
boa notícia
em reportagem
dos grandes
só Brasil cresce
na estiagem
O tempo
desembaça desafetos
com coragem
efusivamente feliz
dancei músicas
pois mudar
é hábito saudável
mudar bem
é uma viagem
mudar é memorável
mudar é essência
do amor
é o bater
do coração
dia muito feliz,
como não?!
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terça-feira, 3 de março de 2009
Onírica memória
Se ainda habitas
os sonhos que lembro
é porque me despertas
a todo momento.
Não te esqueço,
um só sentido,
os beijos, suor, ter te ouvido,
tangerina, teus olhos
e aquele amor correspondido.
Os sonhos que lembro
são as dimensões do perdido
mas com o calor de dezembro
e o zumbir do mosquito
não há quem repouse tãobém.
Não há nem haverá,
talvez,
no mundo,
alguém como,
será?
Se ainda habito
seremos
pra sempre
onírica memória.
os sonhos que lembro
é porque me despertas
a todo momento.
Não te esqueço,
um só sentido,
os beijos, suor, ter te ouvido,
tangerina, teus olhos
e aquele amor correspondido.
Os sonhos que lembro
são as dimensões do perdido
mas com o calor de dezembro
e o zumbir do mosquito
não há quem repouse tãobém.
Não há nem haverá,
talvez,
no mundo,
alguém como,
será?
Se ainda habito
seremos
pra sempre
onírica memória.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
A próxima ocasião
Só se "não posso te beijar
em pleno carnaval"
for que assim não vê a sério
meu carinho meta-temporal.
Quem inventou seu papo
"estou quase a namorar"?
Comigo estará.
Dá-me um beijo agora
que hoje mesmo você namora.
Que culpa tem eu, pobre folião?
Você é muito linda p'ra esperar
a próxima ocasião.
em pleno carnaval"
for que assim não vê a sério
meu carinho meta-temporal.
Quem inventou seu papo
"estou quase a namorar"?
Comigo estará.
Dá-me um beijo agora
que hoje mesmo você namora.
Que culpa tem eu, pobre folião?
Você é muito linda p'ra esperar
a próxima ocasião.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
O prurido
Tenho um amigo
que tinha um prurido.
Não era chato,
mas era p'ra ele
problema de fato:
Incomodava todo dia
Parecia que andavam,
geográfica rua de verme
na derme descia e subia.
Pulgas nos pêlos equilibravam,
Uma urticária uniforme.
Um dia, lhe disse inspirado:
- Queira muito realizar sonhos,
mas não tua ansiedade, sarna.
Pare de roer tuas unhas.
Apague também cigarros.
Porque não te coça, amigo?
que tinha um prurido.
Não era chato,
mas era p'ra ele
problema de fato:
Incomodava todo dia
Parecia que andavam,
geográfica rua de verme
na derme descia e subia.
Pulgas nos pêlos equilibravam,
Uma urticária uniforme.
Um dia, lhe disse inspirado:
- Queira muito realizar sonhos,
mas não tua ansiedade, sarna.
Pare de roer tuas unhas.
Apague também cigarros.
Porque não te coça, amigo?
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Voo
wingsuit base jumping from Ali on Vimeo.
Não tenho muitas palavras pra falar disso aqui... O negócio é assistir e ficar boquiaberto.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Etimologias Inspiradoras
Fernão
Origem do Nome
Germânica
Variações do Nome
Fernando; Ferdinando.
Significado do Nome
Aquele que segue em frente com coragem.
Curiosidades do Nome
A origem desse nome é um tanto incerta. Supõe que seja uma espécie de colagem de duas expressões germânicas, uma que significaria jornada e outra que seria coragem. Daí a interpretação do significado acima. O fato histórico é que, na Idade Média, o nome Ferdinando começou a se popularizar, aos poucos, na Espanha. E, a partir dele, surgiram variações como Fernando e Fernão.
*************************
Versão Wikipedia
Ferdinand is a Germanic given name composed of the words for prepared/protection/safety (frithu) and journey/boldness/recklessness (nantha). It is particularly common in nations and regions that were settled by the Visigoths: Fernán, Fernando, Hernando, and Hernán in Spanish, Ferran in Catalan, and Fernando and Fernão in Portuguese. The Visigoths originally pronounced it as Frithnanth, later its Latinized form Frithunantus was pronounced that way by the Romans. According to Visigothic tradition it means "ardent for peace."
The French forms are Ferrand, Fernand, and Fernandel, and it is Ferdinando in Italian. In the United States the name has been Americanized into Fernie.
Etymology
From Germanic farð "journey" or frið "peace" + nand "ready, prepared".
Proper noun
Ferdinand
A male given name, best known for a 13th century king of Spain, but never popular in English.
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